Mundo
Pelo menos 265 mortos e decretado estado de emergência após sismo na Colômbia
As equipas de socorro na Colômbia continuam numa corrida contra o tempo enquanto procuram sobreviventes nos escombros. O sismo de magnitude 7,4 provocou a morte de pelo menos 265 pessoas, deixando ainda 3.500 feridos e cerca de 500 desaparecidos.
Os esforços de resgate após o sismo na Colômbia entraram na “fase final” na quarta-feira, segundo as autoridades, numa altura em que o presidente Abelardo de la Espriella declarou estado de emergência económica no país e um luto nacional de três dias.
"Decidi invocar a emergência económica, mecanismo previsto na Constituição, para poder enfrentar esta crise adequadamente", frisou, adiantando que a medida permitirá a criação de um "fundo milagroso" destinado a canalizar recursos "para a reconstrução de hospitais, escolas, edifícios, estradas e aeroportos" afetados pelo sismo.
O chefe de Estado colombiano referiu ainda, em declarações aos jornalistas em Bogotá, que foram afetadas 25.872 famílias devido ao sismo, num total de 53.816 pessoas.
Abelardo de la Espriella assegurou que os esforços do Governo se concentram sobretudo na localização dos desaparecidos e indicou que estão a atuar com todos os recursos disponíveis e com a ajuda internacional que começa a chegar à Colômbia.
O presidente explicou que o Governo está a organizar medidas de ajuda de emergência às famílias afetadas, incluindo o pagamento de contas de serviços públicos, subsídios de renda para os que perderam as suas casas, isenção de impostos e auxílio financeiro, além de ajuda económica às famílias mais vulneráveis e mecanismos de apoio a comerciantes e pequenos empresários afetados.
“Faremos o que for necessário”, afirmou em comunicado, prometendo que a Colômbia irá “ressurgir como país e como sociedade”.Buscas estão “na fase final”
O sismo, de magnitude 7,4 na escala de Richter, segundo o Serviço Geológico da Colômbia, teve o seu epicentro perto de San José del Palmar, em Chocó, uma das províncias mais pobres do país.
As 72 duas horas após um sismo são consideradas o período mais provável para encontrar sobreviventes. “Estamos a entrar na fase final”, disse quarta-feira o presidente da Câmara de Cali, Alejandro Eder. “Isso não significa que não haja sobreviventes depois disso, mas torna-se mais difícil”.
Na cidade de Pereira, uma das mais afetadas, as equipas concentraram-se numa padaria desmoronada, onde acreditam que um vendedor ambulante, preso desde o terramoto de segunda-feira, ainda possa estar vivo sob os escombros.
“A cada meia hora, pedimos a todos que fiquem em silêncio para ver se conseguimos encontrar pessoas vivas”, disse a socorrista voluntária Johana Sanchez à agência France-Presse.
O sismo causou a destruição de 11.347 casas e danificou 53.526, além de 140 edifícios desabados, 1.819 escolas danificadas e 631 centros comunitários afetados, segundo o último balanço da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD).
c/ agências
"Decidi invocar a emergência económica, mecanismo previsto na Constituição, para poder enfrentar esta crise adequadamente", frisou, adiantando que a medida permitirá a criação de um "fundo milagroso" destinado a canalizar recursos "para a reconstrução de hospitais, escolas, edifícios, estradas e aeroportos" afetados pelo sismo.
O chefe de Estado colombiano referiu ainda, em declarações aos jornalistas em Bogotá, que foram afetadas 25.872 famílias devido ao sismo, num total de 53.816 pessoas.
Abelardo de la Espriella assegurou que os esforços do Governo se concentram sobretudo na localização dos desaparecidos e indicou que estão a atuar com todos os recursos disponíveis e com a ajuda internacional que começa a chegar à Colômbia.
O presidente explicou que o Governo está a organizar medidas de ajuda de emergência às famílias afetadas, incluindo o pagamento de contas de serviços públicos, subsídios de renda para os que perderam as suas casas, isenção de impostos e auxílio financeiro, além de ajuda económica às famílias mais vulneráveis e mecanismos de apoio a comerciantes e pequenos empresários afetados.
“Faremos o que for necessário”, afirmou em comunicado, prometendo que a Colômbia irá “ressurgir como país e como sociedade”.Buscas estão “na fase final”
O sismo, de magnitude 7,4 na escala de Richter, segundo o Serviço Geológico da Colômbia, teve o seu epicentro perto de San José del Palmar, em Chocó, uma das províncias mais pobres do país.
As 72 duas horas após um sismo são consideradas o período mais provável para encontrar sobreviventes. “Estamos a entrar na fase final”, disse quarta-feira o presidente da Câmara de Cali, Alejandro Eder. “Isso não significa que não haja sobreviventes depois disso, mas torna-se mais difícil”.
Na cidade de Pereira, uma das mais afetadas, as equipas concentraram-se numa padaria desmoronada, onde acreditam que um vendedor ambulante, preso desde o terramoto de segunda-feira, ainda possa estar vivo sob os escombros.
“A cada meia hora, pedimos a todos que fiquem em silêncio para ver se conseguimos encontrar pessoas vivas”, disse a socorrista voluntária Johana Sanchez à agência France-Presse.
O sismo causou a destruição de 11.347 casas e danificou 53.526, além de 140 edifícios desabados, 1.819 escolas danificadas e 631 centros comunitários afetados, segundo o último balanço da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD).
c/ agências